terça-feira, 9 junho , 2026

Como minerar Bitcoin e Ethereum em 2024

Mineração de criptomoedas: aprenda a como minerar em 2024

As criptomoedas podem ser utilizadas nos mais variados contextos da atualidade. Você pode aproveitá-las em e-wallets viáveis e inteligentes, da mesma forma, pode utilizá-las em apostas online, em plataformas como o 777 Brasil bet. As criptomoedas mais populares utilizadas no dia a dia ao redor de todo o globo são a Bitcoin e a Ethereum.

Pensando nas vantagens de se minerar e possuir alguma dessas duas criptomoedas, preparamos esse artigo. Aqui não somente vamos contextualizar detalhes sobre cada uma delas, mas também definir o que é e como a mineração pode ser feita da forma mais rápida e tranquila no seu dia a dia.

O que é o Bitcoin

O Bitcoin é uma criptomoeda que foi lançada em 2008. Não se sabe ao certo quem é seu criador, uma vez que ele se manteve na escuridão durante todos esses anos, apenas se comunicando por canais oficiais do Bitcoin. Sua criação foi em um momento muito delicado dos Estados Unidos, onde havia uma crise econômica acontecendo. Basicamente um dos maiores bancos do país declarava falência e investidores de todo o mundo estavam prestes a perder tudo que haviam investido naquele canal.

Apesar do Bitcoin não ter sido criado para lidar com essa crise, foi ela que alavancou sua divulgação e crescimento. A criptomoeda foi a primeira a ser lançada, apresentando para o mundo o universo do dinheiro virtual e descentralizado. Nesse contexto, ele chegava para mostrar novas formas de investir e gastar.

Essa criptomoeda pioneira fez com que investidores do mundo todo voltassem a acreditar na possibilidade de lucrar investindo. Isso porque criptomoedas sofrem muito menos com crises econômicas e, por não serem vinculadas a nenhuma instituição, não sofrem com falência e coisas do gênero, havendo apenas oscilações em seus valores.

Inicialmente o valor de um Bitcoin era de zero reais, mas ao longo dos anos isso mudou. Rapidamente se tornou a criptomoeda mais valiosa do mundo e passou a ser visada por pessoas de todos os lugares. Hoje ele é conhecido como o ouro digital, a criptomoeda mais importante.

O que é o Ethereum

O Ethereum começou a ser desenvolvido em 2013, não muito depois do Bitcoin. A sua estrutura é de código aberto, permitindo edições e desenvolvimentos externos. Sua versão final ficou pronta e foi lançada oficialmente em 2015. Seu fundador é Vitalik Buterin, um escritor e programador. Ele foi aluno da Universidade de Waterloo no curso de Ciências da Computação, mas abandonou o curso após receber uma bolsa pelo projeto do Ethereum no valor de 100 mil dólares.

A ideia do Ethereum, em resumo, é gerar contratos inteligentes. Basicamente são contratos que não precisam de um intermediário para serem cumpridos. A fiscalização é eletrônica e a confiança é total. O Ethereum é conhecido por ser uma criptomoeda que pode ser dividida em parcelas menores, basicamente fracionada. Assim, pode ser um Finney, Szabo, Shannon, Babbage, Lovelace ou Wei.

Da mesma forma que o Bitcoin, o Ethereum é uma moeda descentralizada que possui como controle central um sistema blockchain muito bem instaurado. É ele que rege as movimentações financeiras que são realizadas e controla tudo relacionado à segurança. Blockchains são considerados extremamente seguros, principalmente por não permitirem alterações em seus dados ao mesmo tempo que oferecem possibilidade de transparência total.

Como se faz a mineração de criptomoedas

A mineração de criptomoedas pode acontecer de diferentes formas, cada uma delas possui suas vantagens e desvantagens. A escolha de qual método usar é individual e deve ser feita com cuidado para que seja possível aproveitar ao máximo e lucrar sem grandes estresses.

O processo de mineração é, em essência, bem simples. Para fazê-lo você deve, antes de mais nada, possuir um computador com capacidade de processamento boa o suficiente para conseguir rodar os programas necessários para a mineração. É preciso se atentar ao consumo de energia e sobrecarga do sistema do computador utilizado, uma vez que pode haver alto consumo e sobrecarga acima do esperado.

Toda criptomoeda, em essência, é composta por blockchains. São eles que controlam as entradas e saídas e monitoram o que está acontecendo a qualquer momento. Os blockchains, no entanto, não funcionam sozinhos. Uma vez que são descentralizados, acabam dependendo muito de terceiros para funcionar de forma efetiva. Com isso, é preciso que pessoas externas se preocupem em construir, de forma confiável e efetiva, novos blocos de informações para a criptomoeda.

Diante dessa situação passou-se a oferecer aos interessados em construir blocos de informações dinheiro. O dinheiro, nesse caso, entra em forma de criptomoeda e pode ser utilizado a qualquer momento, disponível na carteira virtual utilizada pelo minerador. Assim, no final das contas, o minerador deve deixar o computador trabalhando na construção de blocos e, a cada novo bloco construído no sistema blockchain, é paga uma quantia em criptomoeda de alguma cripto específica, que pode variar a depender do tipo de blockchain para o qual você está minerando.

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